O gosto é apenas um duto criado pelo contexto e por nossa personalidade

olhar.me

Considerando que não existem formas universais, que uma obra cinematográfica não tem requisitos para ser considerada boa, em alguma registro Akástico *, então podemos refletir que o que consideramos bom, é algo que se aproxime a nossa construção artística que nos traga bons pensamentos, alem de ser também o que uma figura de autoridade nos diga ser bom, e uma vez aceitando estes dois elementos, ficamos fechados dentro de uma analise que mantem tudo como está.

Quando um “grande” diretor, premiado pela academia (lobista) do Oscar dos EUA, faz algo, vamos com um viés de desconto, e quando algo fora deste eixo nos eh apresentado vamos ver com um viés de acréscimo.

Explico. Se uma obra é dos “medalhões” nos preparamos previamente para gostar da obra e achar ela uma obra incrível, e a medida que vamos vendo coisas que não nos agradam vamos descontando dessa expectativa do excelente ate ficar no máximo com um bom.

No entanto quando vamos ver um filme que esta fora dessa regra, ou é rotulado como ruim, já vamos ver para odiar, e a medida que somos “surpreendidos” com coisas boas, vamos adicionando qualidades ate no máximo achar bom.

(*) Os registros Akásticos são, segundo o sistema de crenças da Teosofia e de algumas linhas orientais misticas, o registro de todo o conhecimento humano, em todas as eras. A resposta para tudo, sendo escrito com uma escrita indecifrável, que se alguém conseguisse decifrar sua completitude teria todas as respostas para todas as perguntas possíveis.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *